quinta-feira, 30 de abril de 2009

2009: 50 anos de Libertadores!!!

No início dos anos 90, quando o São Paulo conquistou o bicampeonato da Libertadores (e mundial), parece que finalmente os brasileiros abriram os olhos para o torneio de clubes mais importante do continente.

Apesar dos títulos do Santos do rei Pelé, do Flamengo e do Grêmio antes de 92, é inegável que só nos apaixonamos pela "Liberta" após as conquistas do tricolor paulista de Telê Santana.

Em 2009, os clubes brasileiros estão se mostrando os mais fortes do continente. A única equipe que pode complicar (de novo) é o Boca Juniors. Claro que imprevistos acontecem e existem outras euqipes boas, como Libertad e Nacional, mas o favoritismo brasileiro é claro.
A recém eliminação do River Plate mostra a queda do futebol argentino, o que parece uma boa notícia para os times do Brasil. Com as cinco equipes brasileiras nas oitavas-de-final o sonho de mais uma conquista para o "país do futebol" é ainda maior.

Conclusão
O retrato da edição de 50 anos da Libertadores é bem diferente dos primeiros anos, quando clubes uruguais e argentinos faziam a hegemonia do torneio (salvo, é claro, as conquistas do Santos de Pelé).

Hoje, os times brasileiros almejam a Libertadores e a conquistamos com nossos melhores clubes nos últimos 17 anos. Gostaria que isso fortalecesse nossos clubes e convencendo nossos futebolistas a atuarem pelos times do Brasil ao invés de irem para Turquia, Ucrânia, Arábia...

sábado, 11 de abril de 2009

Clubes de mais, qualidade de menos

Neste ano, fiquei um pouco frustrado com os principais estaduais de futebol da país inchados de clubes sem condições de participar da primeira divisão. Nada contra equipes do interior, mas quando a competição fica "cheia", discordo completamente. Aqui vale o clichê "quantidade não é qualidade".

O que houve, talvez, foi uma supervalorização errada dos Estaduais. Acreditaram que mais clubes elevariam o nível da competição, quando o que ocorre é exatamente o contrário.

CARIOCA
Acredito que a primeira divisão do Rio de Janeiro, por exemplo, não tem espaço para dezesseis clubes - os quatro grandes já não são tão espetaculares assim. Tigres (apesar da campanha regular que realizou), Duque de Caxias, Mesquita, Macaé e Resende participando simultaneamente da elite carioca é demais para mim.

Um Carioca com 12 times já teria equipes medíocres demais, com 16 então... Foi um horror!

PAULISTA
Da mesma forma, vinte clubes disputando o paulistinha também me desapontaram. Oeste, Noroeste, Guaratinguetá, Mirassol...

Em São Paulo, dezesseis clubes já está de bom tamanho. Ainda mais hoje em dia, quando se concorda, quase que por unanimidade, que os times "caipiras" não são tão fortes como foram no passado.

MENOS CLUBES
Enfim, quando penso em Estaduais, penso em equipes pequenas surpreendendo e - vez ou outra - disputando as finais. para isso, acho que deve-se equilibrar a quantidade de clubes na primeira divisão, fechando um pouco o espaço para times medíocres.

Como já era esperado, os quatro grandes de ambos estados dominaram a competição. Mas gostaria que os dirigentes percebessem que um Estadual forte, não significa um Estadual inchado.

Leia Também

Os internautas também curtiram