quarta-feira, 26 de junho de 2013

Em 17 segundos Chicago vira o jogo e leva Stanley Cup

Depois de um início de temporada espetacular, seria até injusto o título da NHL não ficar com os Blackhawks. A equipe terminou a temporada com a melhor campanha e chegou aos playoffs como o time a ser derrotado.

O time continuou sua caminhada ao título sem grandes preocupações. O único susto foi contra o Detroit Redwings, única série que o time de Chicago precisou do ´setimo jogo para avançar. Contra Minnesotta Wild e Los Angeles Kings, campeões no ano passado, o Chicago fez 4-1 com certa tranquilidade.

Na série final, o Boston Bruins parecia ser, de fato, o time que poderia tirar a copa Stanley dos Blackhawks, 'só que não'. O time de Boston também fez uma série de playoff espetacular. No primeiro confronto, era favorito, mas preciso de sete jogos para avançar, fez 4-3 no Toronto. A partir daí, o time se concentrou e não deu brecha para os fortes times New York Rangers (4-1) e Pittsburgh Penguins (4-0). Chegou forte na decisão.

Mais uma vez, Chicago mostrou muita força, principalmente nas etapas finais. Venceu dois jogos na prorrogação e conquistou a última vitória nos instantes finais, quando perdia por 1-2, mas conseguiu virar para 3-2, em 17 segundos.

É o segundo título em 2 temporadas. De 1926 a 2010 foram apenas três títulos.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Vaias, caxirolas aposentadas e obras atrasadas

Mesmo sem mencionar nada no título, aposto que você já sabe que estamos falando sobre a Copa de 2014, no Brasil. Se o Itaú inovou usando o laranja para associar a cor à marca, a Copa no Brasil está inovando ao usar o fracasso e vergonha, em todas as suas variações, para associar o evento à uma imagem negativa do país. Enquanto isso,  autoridades, como Aldo Rabelo, insistem em se desviar das polêmicas.

A aposentadoria da caxirola, antes mesmo de serem usadas, foi destaque até na Itália. Tentaram enfiar goela à baixo do povo brasileiro um instrumento que seria 'a cara do Brasil'. A “revolta das caxirolas” mostrou que a iniciativa só seria legal se fosse algo natural. As 'vuvuzelas' já eram comuns na África do Sul antes do mundial. As cornetas de plásticos também sempre foram populares nos estádios brasileiros, mas “tínhamos que mostrar nossa marca”. De certa forma, mostramos.

As caxirolas nunca existiram nos estádios e nunca existirão. Até nome foi inventado pelos criadores dessa genial ideia, que não teve apelo popular nenhum. A chave de ouro do episódio foi a própria Fifa proibindo o instrumento nos estádios.

Estádios e demais obras
Entregas atrasadas e valores acima do previsto. Alguém imaginava o contrário? E olha que estamos falando da parte positiva. Já se fala em gastos 30% maiores que o orçamento inicial previsto.

As obras atrasadas, ou que não serão entregues, já totalizam R$ 4 bilhões. Curitiba, por exemplo, ainda deve concluir 21 obras até dezembro, para cumprir prazo estipulado. Tenho a sensação que não vai dar.

Na Copa das Confederações, alguns problemas já estão sendo traçados. Entrega dos bilhetes, segurança falível – quando a chuva começou, no jogo entre Espanha e Uruguai, alguns procedimentos básicos, como detecção de metais, foram deixados de lado para “dar agilidade” – e sanitários incompletos são algumas queixas.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Quem conquista a NBA? O melhor aproveitamento ou ‘varredores’?

Será que Le Bron James consegue sua revanche contra o time de Tim Duncan, ou o astro ‘amarela’ mais uma vez. Em 2007, Le Bron (ainda no Cleveland Cavaliers) perdeu a chance de conquistar o título da NBA, justamente, contra o San Antonio Spurs.

No primeiro jogo, mesmo em casa, o Miami Heat foi surpreendido. Conseguem se recuperar? Ou os Spurs varrem o adversário como já fizeram duas vezes nestes playoffs?

As duas melhores equipes da temporada chegaram à Final da NBA. San Antonio Spurs e Miami Heat fazem a decisão que todos esperavam. Miami teve aproveitamento superior a 80% na primeira fase e quer confirmar que é o melhor time da liga. Já o San Antonio chega forte por ter duas varridas (4-0) nos playoffs. Perdeu apenas dois jogos de 14 disputados.

No início dos playoffs até se imagina uma surpresa aqui ou ali, com o bom desempenho de New York Knicks, Clippers ou Oklahoma, mas logo se mostrou que San Antonio e Miami possuíam, de fato, as equipes melhor preparadas para estarem nas finais.

As finais já começaram e, certamente, reservam mais emoções que a Copa das Confederações. É preparar a pipoca de microondas e o café para varar a madruga.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Últimos quatro campeões na semifinal da NHL

Quatro equipes espetaculares. Assim podemos definir a semifinal da NHL. Boston Bruins, Pittsburgh Penguins, Chicago Blackhawks e Los Angeles Kings. Definitivamente, qualquer uma delas que vencer será merecido. Pelo início de temporada, o time de Chicago é o favorito de muitos fãs.

Até cheguei a pensar que o Montreal Canadiens poderia me surpreender positivamente, mas não deu. A disputa está nas quatro equipes que, curiosamente, venceram as últimas quatro Stanley Cup.

Equilíbrio
O equilíbrio, certamente, é a marca registra da liga de hóquei no gelo. O equilíbrio é a chave do sucesso. Neste ano, com certeza se repetirá um campeão das últimas quatro temporadas, mas isso não ocorri há mais de dez anos.

Na verdade, desde a temporada 2002-2003 não se repete um campeão. E desde a temporada 98-99, apenas Detroit Redwings e New Jersey Devil conseguiram vencer duas vezes. Onze equipes diferentes venceram o campeonato de hóquei da NHL desde 97.

Ao que tudo indica, Boston e Chicago disputarão as finais, mas como ainda sou novato neste esporte não posso basear minha opinião em análises mais profundas.

Uma coisa posso cravar. Serão jogos vibrantes. Quem puder acompanhar nos canais ESPN, ou vendo os melhores momentos no site oficial da NHL vai ver muita adrenalina e emoção. Quem tem acesso a uma internet razoavelmente rápida também pode acompanhar os jogos em stream ao vivo pelo STOPSTREAM.

Para quem nunca viu, o bom deste esporte é que os jogos são dinâmicos e cheios de emoção. São como os jogos de futsal, mas sem tantas paralisações, saídas de bola (já que o ringue é fechado) e muita adrenalina.

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