segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Dança do redondo: 'CBF no seu redondo. CBF no seu redondo'...

Essa tentativa bizarra de a Confederação Brasileira de Futebol não deixar o estádio de Brasília, Mané Garrincha, se transformar em um elefante branco já está me dando nos nervos.

Assim como outros estádios construídos para a Copa, está na cara que o estádio da capital brasileira nunca deveria ter sido construído. Pura politicagem de país latino liderado por 'divindades populistas'. Assim como é bizarro ver a CBF transformando Belô na 'sede' da seleção brasileira de uns anos para cá. Nada contra a belíssima capital mineira, mas a seleção não pode ter uma sede de forma tão descarada. Que, pelo menos, disfarçassem.

Assim com é bizarro ver a seleção enfrentando Argentina em Londres´, México nos Estados Unidos e por aí vai.

O jogo do último final de semana entre Vasco e Corinthians mostrou que não existe um único motivo para este jogos no 'planalto'. O estádio não ficou lotado, o gramado está uma bosta, houve brigas e o time da casa não joga em casa, joga em campo neutro.

Agora, vão ter que recuperar o gramado local porque parecia aqueles jogos do Paulistão dos anos 80, principalmente, quando eram jogos no interior.

Teoricamente, jogos em cidades que raramente recebem partidas de grande porte deveria atrair público interessante, mas não é isso o que acontece. Esses jogos acabam tendo a mesma média pífia de público que os confrontos nos locais tradicionais.

E a organização ainda confiou no espírito esportivo para não separar as duas torcidas mais rivalizadas nos últimos anos. Daí se vê a competência e profissionalismo de nossos dirigentes.

Isso tudo me faz lembrar da 'dança do quadrado', mas trocando o quadrado pelo redondo. Se liga na letra:

Copa do Mundo no seu redondo. Copa do Mundo no seu redondo.
Elefante branco no seu redondo. Elefante branco no seu redondo.
CBF no seu redondo. CBF no seu redondo.

Ondo, o-ondo, vão botando no seu redondo. Ondo o-ondo vão enfiando no seu redondo...

sábado, 17 de agosto de 2013

CBF é uma caixinha (de Pandora) de surpresas

Nesta semana, o Estadão publicou uma série de reportagens sobre desvio de dinheiro na Confederação Brasileira de Futebol. Aparentemente, mesmo após a saída de Ricardo Teixeira, a imoralidade continua na CBF. 'Puxa vida, eu achava que a nomeação de Marin era a solução da entidade brasileira'.

Como Romário sugeriu, seria interessante ver uma ação do Ministério Público nesta instituição.

Segundo uma das matérias, uma das empresas que recebia até 1/3 dos cachês da seleção jamais existiu fisicamente. Este dinheiro poderia ser utilizado para inúmeras ações, como por exemplo, encher os bolsos dos 'caciques', que até seria o menos grave, pois a grande bomba seria o uso desta grana para comprar votos e mandar e desmandar em articulações internas. Também existe a possibilidade de parte desta grana ir para os cofres do Barcelona.

Isso mostra como Teixeira e seus 'laranjas' comandam o futebol brasileiro. A empresa fantasma é QUEM ESCOLHE OS ADVERSÁRIOS DA SELEÇÃO EM AMISTOSOS. 'Ah, então os amistosos contra Emirados Árabes, Tailândia, China não eram baseados em critérios técnicos? Não diga!'. Sem falar naqueles amistosos do tipo - Brasil x Argentina em Londres. Se o futebol é uma caixinha de surpresa, é uma caixa de Pandora.

Este dinheiro teria, inclusive, sido usado para manipular a escolha do Catar como sede da Copa de 2022. 'Nossa, e eu que achava tão justo a escolha deste gigante do futebol para sediar uma Copa do Mundo'.

Com tanto lixo, dá pra continuar apaixonado por este esporte?

Estas não são as primeiras denúncias de corrupção contra a CBF e sabemos que não será a última. Como brasileiro e torcedor do futebol, gostaria de ver uma investigação séria e resultados que realmente deixassem o brasileiro orgulhoso de seu futebol.

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