sábado, 17 de agosto de 2013

CBF é uma caixinha (de Pandora) de surpresas

Nesta semana, o Estadão publicou uma série de reportagens sobre desvio de dinheiro na Confederação Brasileira de Futebol. Aparentemente, mesmo após a saída de Ricardo Teixeira, a imoralidade continua na CBF. 'Puxa vida, eu achava que a nomeação de Marin era a solução da entidade brasileira'.

Como Romário sugeriu, seria interessante ver uma ação do Ministério Público nesta instituição.

Segundo uma das matérias, uma das empresas que recebia até 1/3 dos cachês da seleção jamais existiu fisicamente. Este dinheiro poderia ser utilizado para inúmeras ações, como por exemplo, encher os bolsos dos 'caciques', que até seria o menos grave, pois a grande bomba seria o uso desta grana para comprar votos e mandar e desmandar em articulações internas. Também existe a possibilidade de parte desta grana ir para os cofres do Barcelona.

Isso mostra como Teixeira e seus 'laranjas' comandam o futebol brasileiro. A empresa fantasma é QUEM ESCOLHE OS ADVERSÁRIOS DA SELEÇÃO EM AMISTOSOS. 'Ah, então os amistosos contra Emirados Árabes, Tailândia, China não eram baseados em critérios técnicos? Não diga!'. Sem falar naqueles amistosos do tipo - Brasil x Argentina em Londres. Se o futebol é uma caixinha de surpresa, é uma caixa de Pandora.

Este dinheiro teria, inclusive, sido usado para manipular a escolha do Catar como sede da Copa de 2022. 'Nossa, e eu que achava tão justo a escolha deste gigante do futebol para sediar uma Copa do Mundo'.

Com tanto lixo, dá pra continuar apaixonado por este esporte?

Estas não são as primeiras denúncias de corrupção contra a CBF e sabemos que não será a última. Como brasileiro e torcedor do futebol, gostaria de ver uma investigação séria e resultados que realmente deixassem o brasileiro orgulhoso de seu futebol.

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