segunda-feira, 24 de março de 2014

Clássico mostra Neymar mais perto de ser "novo Robinho"

Após o superclássico deste domingo, "Neymarzetes" precisam elaborar um discurso muito apurado para convencer alguém que Neymar tem um futebol que chegue perto de Messi,  Cristiano, Ibra ou outros grandes jogadores da atualidade (Iniesta, Fábregas e até Pedro). Não a toa os torcedores do Barcelona preferem Pedro a Neymar.

Quem ainda acha que Neymar foi razoável no jogo deste domingo precisa ler os principais diários e portais espanhóis. Ou realizar uma simples busca no twitter por #Neymar e será possível ler uma enxurrada de criticas ao atacante brasileiro em espanhol, inglês, russo...

Mais uma vez o atacante brasilero mostrou como ainda é medíocre. Perdeu gols (pelo menos dois) incríveis, no primeiro tempo. No segundo tempo continuou mal. Mesmo no lance do pênalti acho que ele foi mal. Se fosse o Messi ou o Cristiano no lance, a bola estaria nas redes antes dos defensores merengues chegarem perto.

As tentativas de drible do brasileiro rendeu inúmeros contra ataques ao Real Madrid. Além de não ser produtivo na frente, atrapalhou o time diversas vezes. Pode parecer repetitivo, mas Neymar, se continuar assim, vai sim ser um novo Robinho.

O que Neymar deve fazer
Na minha opinião, o pseudocraque (até provar o contrário) brasileiro chegou bem ao Barcelona e fez alguns bons jogos porque jogou o simples, fez o feijão com arroz. Tocava rapidamente, não fazia firulas, não tentava carregar a bola o campo todo, não tentava jogadas épicas.

Neymar fazendo o feijão com arroz é melhor que Pedro, pelo menos. Quando tenta realizar jogadas lendárias e sair driblando é um desastre. No Barcelona Neymar deveria se concentrar mais em ser um ajudador e não "a estrela", como tenta algumas vezes.

Enquanto Neymar for inflamado pela imprensa e torcida brasileira viverá à sombra dos verdadeiros astros do Barcelona, se tiver a humildade de se ver como um braço direito de Messi e evitar firulas desnecessárias, principalmente em jogos importantes, poderá ser considerado melhor que Pedro, pelo menos.

sexta-feira, 7 de março de 2014

Brasil pode pegar até quatro campeões mundiais até a Final da Copa

Até hoje, só a Argentina de Maradona levantou caneco após vencer quatro campeões do mundo. Para chegar à Final da Copa do Mundo 2014 a seleção brasileira provavelmente terá o caminho mais difícil na história de uma Copa do Mundo, isso porque a seleço de Felipão pode cruzar com até quatro campeões mundiais no caminho para o hexa, o que só ocorreu em 1986, quando o time liderado por Diego Maradona passou pela Itália, na primeira fase, Uruguai, Inglaterra e Alemanha.

Na Copa do Mundo de 70, o Brasil teve que passar por Uruguai, Inglaterra e Itália, um caminho cheio de pedras, mas que aquela seleção fez parecer fácil, ou pelo menos, não tão complicado. O jogo mais apertado foi contra os ingleses.

Outra campanha que vale ressaltar é a da Itália, campeã da Copa do Mundo em 1982. A Azurra passou pela Argentina, Brasil e Alemanha. Para conquistar a Copa do Mundo de 78, a Argentina enfrentou o Brasil (empate), Itália (derrota) e França (vitória), mas naquela época a França ainda não havia conquistado nenhum título.

Podemos ver que poucas vezes na história das Copas uma equipe chegou ao título tendo que enfrentar três ou quatro ex-campeões do mundo.

Para chegar até a Final da Copa do Mundo de 2014 o Brasil pode ter que passar pela Espanha (oitavas), Inglaterra, Uruguai ou Itália (quartas), França ou Alemanha (semifinal) e, na final,  Argentina, Itália, Uruguai ou Inglaterra (final).Sem falar que ainda há uma Holanda que deve vir nas oitavas ou até mesmo na final.

Temos equipe para isso?
A grande questão é: o time de Felipão está bem o suficiente para encarar esta maratona? Talvez para encarar uma ou duas dessas equipes, mas pegar uma sequência dessa acho que pode ser muito exigente para esta seleção brasileira.

E olha que para pegar uma sequência assim não é preciso nenhum grande azar. Basta as coisas caminharem naturalmente.

Por um lado, acho muito difícil que o Brasil conquiste este título. Por outro lado, se conquistar, não há como dizer que não foi merecido.

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